Quem busca qualificação rápida para entrar no setor elétrico ganhou uma nova chance. O Grupo Equatorial, em parceria com o Senai, abriu 300 vagas gratuitas para o Programa Escola de Eletricistas 2026.
A iniciativa cobre cinco estados brasileiros e inclui ajuda de custo mensal, formação intensiva e foco em segurança. As inscrições ficam disponíveis até 26 de maio e prometem atrair jovens e adultos que desejam trabalhar com redes de distribuição de energia.
Inscrições abertas e requisitos para o curso gratuito de eletricista
O período de inscrição começou em 13 de maio e segue até 26 de maio, exclusivamente no site oficial da Escola de Eletricistas Equatorial. São ofertadas 300 vagas distribuídas entre Maranhão, Pará, Piauí, Goiás e Amapá.
Para concorrer, é preciso ter pelo menos 18 anos de idade, ensino médio completo e Carteira Nacional de Habilitação categoria B ou superior. Outro ponto indispensável é a disponibilidade de 40 horas semanais durante os cerca de quatro meses de aulas.
O curso gratuito de eletricista não exige experiência prévia, tornando-se uma porta de entrada para quem ainda não atua no mercado. Além disso, a ajuda de custo mensal busca garantir a permanência dos estudantes até o fim da formação.
Estrutura da formação técnica e foco em segurança
Com carga horária que pode chegar a 656 horas, mais de 520 horas são dedicadas exclusivamente a aulas práticas e teóricas sobre redes de distribuição. Os alunos aprendem a executar serviços energizados, cumprir normas regulatórias e aplicar Procedimentos Operacionais Padrão de Segurança.
A programação se divide em três frentes: qualificação técnica, conteúdos institucionais do Grupo Equatorial e desenvolvimento comportamental. Nessa última, palestras de carreira e rodas de conversa ajudam a preparar o futuro eletricista para desafios cotidianos.
Segundo Fernanda Sacchi, diretora de Gente e Gestão da companhia, a meta é iniciar a trajetória profissional do aluno já alinhado aos protocolos de segurança exigidos pela empresa. “Criamos um ambiente controlado e padronizado para que o estudante aprenda certo desde o primeiro dia”, resume a executiva.
Etapas do processo seletivo e cronograma
Depois da inscrição, o candidato passa por avaliação comportamental online. Em seguida, algumas localidades realizam provas psicotécnicas e triagem médica presenciais. A soma dessas etapas garante que o curso gratuito de eletricista receba perfis compatíveis com o trabalho em altura, uso de EPIs e atendimento ao cliente.
Na fase final, ocorrem entrevistas técnicas, matrícula e a aula inaugural. A partir daí, os participantes iniciam as atividades em laboratório didático do Senai, complementadas por vivências em campo com supervisão de instrutores experientes.
Todo o trajeto seletivo costuma ser concluído em poucas semanas, permitindo que as turmas iniciem ainda no primeiro semestre. Durante o curso, a ajuda de custo mensal acompanha o estudante até a formatura para reduzir possíveis desistências.
Resultados alcançados e metas para 2026
Entre 2022 e 2025, a Escola de Eletricistas formou 1.930 profissionais, dos quais 1.137 foram contratados pelo mercado, alcançando taxa média de empregabilidade de 60%. Outro destaque é a participação feminina, que já chega a 21% em uma área historicamente dominada por homens.
Para 2026, o Grupo Equatorial pretende fortalecer a padronização técnica e dobrar o número de horas dedicadas à segurança operacional. Pesquisas de empregabilidade e parcerias com empresas do setor vão monitorar o impacto da formação após o encerramento das turmas.
A aposta acompanha o avanço da demanda por mão de obra especializada em distribuição de energia, impulsionada por expansão de redes, modernização de equipamentos e exigências regulatórias mais rígidas.
Curso gratuito de eletricista vale a pena?
Considerando gratuidade, ajuda de custo, carga horária robusta e alta absorção pelo mercado, o curso gratuito de eletricista do Grupo Equatorial em parceria com o Senai desponta como alternativa sólida para quem busca recolocação ou primeiro emprego no setor elétrico. A iniciativa, acompanhada de perto pelo Uni10, reforça a importância de programas de capacitação técnica alinhados às demandas reais da indústria.
